A Polícia Civil de Lucas do Rio Verde, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), em uma ação conjunta com a Politec e a Vigilância Sanitária, promoveu a incineração de aproximadamente 110 quilos de entorpecentes na tarde desta quinta-feira (29).
Os materiais destruídos, compostos por diversas substâncias como maconha, pasta base e cocaína, são fruto de apreensões realizadas ao longo dos últimos cinco meses pelas forças de segurança do município (Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Civil Armada).
Balanço das Apreensões e Trabalho Conjunto
O delegado titular da DERF, Arthur Almeida, explicou que a incineração responde a uma dúvida frequente da população sobre o destino das drogas apreendidas pelas forças policiais.
“Toda essa droga é incinerada. Outras forças são intimadas, o Ministério Público e a Politec comparecem para fazer toda essa vistoria. Hoje temos aí aproximadamente 110 quilos de drogas que serão incineradas, fruto de apreensões realizadas pelas forças de segurança aqui do município, não só pela Polícia Civil, mas também pela GCM e pela Polícia Militar”.
O delegado ressaltou que o resultado é fruto de um trabalho integrado que visa desarticular o tráfico e mitigar os impactos da criminalidade, que frequentemente fomenta outros crimes patrimoniais e contra a vida na região.
O Papel Estratégico da DERF
O chefe de investigações da DERF, João Cleberson, pontuou que a Delegacia Especializada possui um papel central no combate ao tráfico de drogas, atuando de forma incansável para retirar substâncias ilícitas de circulação e proteger as famílias luverdenses.
“A Derf tem essa responsabilidade em combater o tráfico de drogas no município, até porque o tráfico fomenta os demais crimes, principalmente crimes patrimoniais e crimes contra a vida. Parte dessa droga é apreendida em operações da Derf, mas faz parte também de todas as forças de segurança do município que têm feito um brilhante trabalho”.
De acordo com as autoridades, o prejuízo estimado ao crime organizado com a destruição desses 110 quilos de entorpecentes ultrapassa a marca de R$ 1 milhão, representando um golpe financeiro direto contra os criminosos que alimentam a criminalidade no município.
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